terça-feira, 19 de agosto de 2008

Quanto vale uma medalha de ouro no Brasil?

Premiações em dinheiro em caso de medalha brasileira vão de R$ 0 a R$ 273 mil por atleta Por Maurício Teixeira, enviado especial do iG
PEQUIM (CHINA) – Algo além do espírito esportivo pode dar uma mãozinha ao estímulo dos atletas nos Jogos Olímpicos. É prática comum de comitês, confederações ou patrocinadores dar prêmios em dinheiro para quem garante medalha ao país.
Mas César Cielo não receberá nenhum prêmio do Comitê Olímpico Brasileiro ou da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por ter conquistado a primeira medalha de ouro da história da natação brasileira em Pequim. Já a delegação do vôlei masculino do Brasil, bicampeão olímpico, vai dividir em 20 partes um prêmio de R$ 4,75 milhões em caso de medalha de ouro. O dinheiro será dado pela Confederação Brasileira de Vôlei.
De acordo com as confederações de cada esporte, o COB não tem uma política de premiação por desempenho como o comitê nacional de outros países.
Segundo a assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, desde antes da Olimpíada e até o desembarque no Brasil da delegação, o presidente Coaracy Nunes não havia anunciado prêmio em dinheiro por desempenho para qualquer atleta
Situação diferente viveu o judô. A Confederação Brasileira anunciou antes dos Jogos que um ouro valeria R$ 50 mil reais e a prata, R$ 30 mil ao autor do feito.
O bronze, conquistado por Leandro Guilheiro, Tiago Camilo e Ketleyn Quadros valeu R$ 20 mil para cada atleta. Um eventual ouro no judô renderia cerca de cinco vezes menos do que os R$ 273 mil que cada um dos jogadores de vôlei receberá, já que o prêmio milionário da CBV será dividido em 20 partes iguais - dezenove da comissão técnica e jogadores e uma parte para funcionários que participaram da preparação no Brasil, mas não embarcaram para a China.
Prêmios de mil reais no boxeOutras confederações são bem mais modestas. Nesta terça-feira, por exemplo, o boxe brasileiro não conseguiu seguir além das quartas-de-final com seus dois pugilistas, Paulo Carvalho e Washington Silva.
O prêmio anunciado pela Confederação Brasileira de Boxe era de R$ 10 mil para o ouro, R$ 5 mil para a prata e R$ 2 mil para o bronze. A classificação para as quartas-de-final, onde os brasileiros chegaram, rendeu a Paulo Carvalho (categoria até 48 kg) e Washington Silva (até 81kg) mil reais para cada um.
"Não temos a importância de um vôlei ou do futebol para o Brasil. Temos que conquistar resultados e então sim reivindicar mais prêmio", disse ao iG João Carlos, da comissão técnica do boxe brasileiro. "Não é pelo prêmio que estes pugilistas estão aqui", completou.
Se o vôlei é um esporte popular no Brasil, o futebol é ainda mais. Mesmo assim, a Confederação Brasileira de Futebol, por meio de sua assessoria, afirmou ainda antes da eliminação do Brasil contra a Argentina que não haveria prêmios para o time brasileiro em caso de medalha nos Jogos. A entidade considera a competição sem caráter profissional.
Um milhão de dólares por oito ourosSe a turma do vôlei vai encher os bolsos se conseguir o tricampeonato olímpico, quem sairá mesmo milionário de Pequim é Michael Phelps. O nadador norte-americano que faturou oito medalhas de ouro chegou à China com a promessa de que se batesse o recorde de sete medalhas de Mark Spitz ganharia de seu patrocinador U$ 1 milhão de dólares.
Recorde batido, ele embolsou a quantia além de prêmios dados pela Federação Internacional de Natação por recordes e ainda o dinheiro pago referente a medalhas dadas pelo Comitê Olímpico Norte-Americano.
Outro comitê olímpico, o de Cingapura, ofereceu logo U$ 1 milhão de dólares em caso de ouro de seus atletas. Por equipes no tênis de mesa, a equipe feminina bateu na trave, ficando com a prata.
Atletas do México que conquistarem ouro também vão embolsar uma grana. São US$ 500 mil dados pelo patrocinador, mais US$ 40 mil do comitê olímpico. Atletas gregos, russos e malaios também estão entre os que receberão prêmios em dinheiro em caso de medalha.

Yane leva susto com equipamento danificado, mas já treina em Pequim


Pentatleta ganha novo material esportivo e recebe apoio da mãe
Após o susto do desembarque em Pequim, quando ficou sabendo que parte do seu material esportivo (óculos de tiro, máscara e espada da esgrima) havia sido danificada pela companhia aérea, a brasileira Yane Marques não se abalou e treinou normalmente na capital chinesa. Um novo material foi colocado à sua disposição pelo chefe da equipe, Alberto Cerqueira-Lima. - Felizmente já está tudo solucionado e a Yane está com todo o material em ótimas condições para competir - afirma o dirigente, que elogiou a tranqüilidade da pentatleta no episódio.
Pela manhã, Yane treinou natação e tiro nos próprios locais de competição e à tarde se encontrou com a sua mãe, Maria Gorete Marques, que viajou de Recife a Pequim para torcer pela filha.
Também nesta terça, a União Internacional de Pentatlo Moderno apresentou às delegações os cavalos que os atletas competirão na prova de hipismo. No entanto, a listagem oficial sairá somente na quarta.

Lula diz que nunca sentiu tanta raiva quanto na derrota do Brasil


Presidente ficou espantado com a falta de vontade de ganhar dos jogadores na partida contra a Argentina, pela semifinal das Olimpíadas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira que, ao assistir o jogo do Brasil contra a Argentina pelas quartas-de-final nas Olimpíadas de Pequim, “nunca passou tanta raiva na vida”, segundo relato feito pelo líder do PTB na Câmara, deputado Jovair Arantes (PTB-GO).

O Brasil perdeu a chance de disputar o ouro olímpico ao ser derrotado por 3 a 0. O comentário foi feito durante a reunião do Conselho Político do governo, que reúne integrantes dos partidos aliados do governo no Congresso.

Segundo o deputado, o presidente afirmou que ficou espantado “com a falta de vontade de ganhar” dos jogadores e ponderou que, mesmo sendo um adversário difícil, esperava mais dos brasileiros.

- O presidente disse que nem nos piores dias do Corinthians passou tanta raiva quanto hoje - afirmou o parlamentar.

Lula assistiu aos principais lances da partida em seu gabinete pela manhã.

No congresso
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), defendeu publicamente a demissão de Dunga da seleção brasileira de futebol. Já o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), espera que a CBF mantenha o técnico no cargo.

O corintiano Chinaglia afirmou que o técnico já devia ter saído há muito tempo.

- Falar da queda do Dunga depois da derrota para a Argentina é fácil. Quero dizer que eu já achava antes desses episódios que o Dunga era um técnico que precisava melhorar muito seu desempenho - disse o petista.
Questionado sobre o pedido de demissão feito pelo colega, Garibaldi discordou:

- Eu concordo em muitas coisas com o Arlindo Chinaglia, mas não nesse caso. Acho que deve se dar outra chance ao Dunga de continuar na seleção.

Dueto brasileiro está fora da final no nado sincronizado em Pequim


A dupla brasileira de nado sincronizado formada por Nayara Figueira e Lara Teixeira terminou em 13º lugar nesta terça-feira, depois da segunda prova da fase classificatória da modalidade, a rotina livre, e está fora da final nos Jogos Olímpicos de Pequim.
As brasileiras apresentaram o tema "frevo" na rotina livre, que deu a medalha de bronze ao Brasil no Pan do Rio-2007, e somaram 89.333 pontos.

Na segunda-feira, elas ficaram com a 12º nota na rotina técnica (88.667). Com o resultado, Nayara e Lara, competindo com duetos de 24 países, não conseguiram ficar entre as 12 finalistas.
As russas Anastasia Davydova e Anastasia Ermakova terminaram em primeiro com 99.000, seguidas pelas espanholas Andrea Fuentes e Gemma Mengual com 98.167.
A final será realizada na quarta-feira.
Nos últimos dois Jogos Olímpicos (Sydney-2000 e Atenas-2004), o Brasil, representado pelas gêmeas Isabela e Carolina de Moraes, conseguiu vaga entre as 12 finalistas da prova de dueto, terminando na 12ª posição.

Site do COB é invadido por hackers


Mensagem aparece na página principal, que saiu do ar logo depois
O site do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) foi invadido por hackers nesta madrugada. A página principal foi alterada e um texto de protesto foi inserido ao lado da foto de Fernanda Oliveira e Isabel Swan, que ganharam o bronze na classe 470 da vela. O texto, repetido três vezes em letras grandes, dizia “Brasil ta um lixo nesas olimpiada ae kakak nessa com um S memo eh nois”. O COB chegou a tirar o site do ar, às 4h20m, para resolver o problema, mas não quis se pronunciar sobre o assunto. Ainda hackeada, a página voltou ao ar às 4h27m, mas saiu de novo em seguida. Por volta das 7h, uma mensagem do COB dizendo que o site estava fora do ar por motivos de manutenção foi colocada na página

Comitê chinês pede desculpas a Fabiana, mas aponta falha da saltadora brasileira


Segundo Bocog, atleta deveria ter conferido as varas antes da competiçãoO Comitê Organizador das Olimpíadas de Pequim (Bocog) enviou, nesta terça-feira, um ofício à missão brasileira, pedindo desculpas pelo sumiço da vara de Fabiana Murer durante as finais do salto do com vara. No documento, apesar de assumir o erro, o Bocog afirma que a brasileira tem parcela de culpa, e que deveria ter conferido seu material antes da prova.
O ofício não convenceu o chefe do atletismo brasileiro em Pequim, Martinho Nobre:
- Foi só meia desculpa, porque eles acabam responsabilizando a Fabiana - disse, por telefone, ao GLOBOESPORTE.COM.
Entenda a confusão:
Ao se preparar para saltar 4,55m, Fabiana percebeu que a vara que utilizaria para a tentativa não estava junto com as outras. Desesperada, a brasileira ficou parada na pista de salto durante alguns momentos, pedindo que a disputa fosse interrompida até que sua vara fosse encontrada.
A competição foi paralisada por alguns minutos, e Fabiana Murer aproveitou para procurar, sem sucesso, a vara nos tubos de outras atletas. A brasileira, enfim, decidiu não saltar os 4,55m e passar direto para os 4,65m. Ainda abalada, ela acabou derrubando o sarrafo nas três tentativas.
A vara só foi encontrada depois da prova, por volta das 23h30m (horário de Pequim), no depósito onde ficam as varas das eliminadas.

Brasileira está fora da final de lançamento de dardo em Pequim


Alessandra Resende fica na 27ª colocação das eliminatóriasNão foi um bom resultado para Alessandra Resende. Representante brasileira nas eliminatórias do lançamento de dardo das Olimpíadas de Pequim, a atleta não alcançou o índice de corte (marca mínima para garantir a classificação para a próxima fase), ficou na 27ª colocação e está fora da final do torneio.
A melhor marca de Alessandra foi na segunda tentativa, quando atingiu 56m53cm, o que a deixou a 4m97 do número necessário para a classificação para a decisão. Porém, em sua última chance, a brasileira se desconcentrou e voltou ao nível dos 54m (54m32cm), alcançado também no primeiro arremesso. (54m05cm).
A melhor colocada das eliminatórias foi a tcheca Barbora Spotakova, que atingiu a marca de 67m69cm logo em seu primeiro arremesso.
A final do lançamento de dardo será realizada às 8h20 desta quinta-feira (horário de Brasília).
Classificadas para a final:

1ª - Barbora Spotakova (RTC) – 67m69

2ª - Christina Obergfoll (ALE) – 67m52cm

3ª - Steffi Nerius (ALE) – 63m94cm

4ª - Maria Abakumova (RUS) – 63m48cm

5ª - Goldie Sayers (GBR) – 62m99cm

6ª - Bárbara Madejczyk (POL) – 62m81cm

7ª - Mercedes Chilla (ESP) – 61m81cm

8ª - Li Zhang (CHI) – 61m77cm

9ª - Katharina Molitor (ALE) – 60m92cm

10ª - Felicea Moldovan-Tilea (ROM) – 60m81cm

11ª - Osleidys Menendez (CUB) – 60m51cm

12ª - Sinta Ozolina (LAT) – 60m13cm

atletas usam roupas especiais para preservar tradição muçulmana


Roqaya Al-Gassra corre eliminatórias dos 200m após comprometer-se com o seu país a utilizar roupas que cobrissem os cabelos e o corpo
A atleta do Bahrein Roqaya Al-Gassra disputou as eliminatórias dos 200m rasos com uma roupa que preserva as tradições muçulmanas. Roqaya, que disputou o pré-olímpico do Bahrein com uma echarpe própria dos adeptos da religião árabe, se classificou para as quartas-de-final da prova na segunda-feira com o quarto melhor tempo (22s81). A atleta conseguiu autorização do seu país para competir em Pequim ao comprometer-se a usar roupas que cobrissem seus cabelos e seu corpo.

Recém-nascida que 'voltou à vida' em hospital morre em Jerusalém

Dada como morta, ela deu sinais de vida após 5 horas em refrigerador.Mas acabou morrendo de causas ainda não identificadas.
Uma bebê israelense que havia "voltado à vida" na segunda-feira depois de ter passado cinco horas em um refrigerador de um hospital de Jerusalém morreu na manhã desta terça-feira (19), segundo o diretor do hospital. A causa da morte ainda não foi identificada.
A menina, que nasceu pesando apenas 600 gramas, passou pelo menos cinco horas em um dos compartimentos refrigerados do hospital depois de ter sido dada como morta. Quando foi retirada para ser enterrada, seus pais começaram a notar alguns movimentos.
"Nós a desembrulhamos e sentimos que ela estava se mexendo. Nós não acreditamos no começo. Então ela começou a segurar a mão da minha mãe, e então vimos ela abrir a boca", disse Faiza Magdoub, de 26 anos, mãe do bebê.
O bebê havia sido considerado morto algumas horas antes, depois que médicos do hospital Western Galilee, norte de Israel, foram obrigados a abortar a gravidez para conter uma hemorragia interna na mãe. Magdoub estava na vigésima terceira semana de gravidez.
"Não sabemos como explicar isso, então quando não sabemos como explicar as coisas na medicina, chamamos de milagre, e isso é provavelmente o que aconteceu", disse o vice-diretor do hospital, Moshe Daniel.
Motti Ravid, um professor de medicina interna, disse ao canal 10 de Israel que a baixa temperatura dentro do refrigerador diminuiu o metabolismo do bebê e provavelmente ajudou-a a sobreviver.
O bebê foi então levado à unidade de tratamento intensivo neonatal do hospital, mas acabou não sobrevivendo.
O Ministério da Saúde de Israel foi informado sobre o caso e vai decidir se deve abrir uma investigação.

Paulo Carvalho perde para cubano e fica sem chances de medalha no boxe


Pugilista brasileiro começou bem a luta, empatando primeiro assalto, mas foi arrasado no restante da disputa
O brasileiro Paulo Carvalho perdeu nesta terça-feira o duelo contra o cubano G. Yamper Hernandez na disputa das quartas-de-final da categoria mosca ligeiro (até 48 quilos) em Pequim. Com isso, o pugilista está fora da disputa por uma medalha olímpica.
Paulo Carvalho começou bem, chegando a ter vantagem no confronto, mas o cubano conseguiu o empate no primeiro assalto: 2 a 2. No segundo, o brasileiro teve muitas dificuldades e perdeu por 6 a 1. No terceiro, o cubano levou a melhor por 7 a 2. E, no último, nova vitória cubana, desta vez por 6 a 1, fechando o combate em 21 a 6.
O boxe brasileiro volta ao ringue nesta terça-feira com Washington Silva, categoria meio-pesado, contra o irlandês Kenny Egan, também pelas quartas-de-final.

Bebê "volta à vida" depois de horas em refrigerador

Uma bebê israelense que havia sido considerada morta pelos médicos "voltou à vida" nesta segunda-feira, depois de passar horas dentro de um refrigerador. A criança, que nasceu pesando apenas 600 gramas, passou pelo menos cinco horas em um dos compartimentos refrigerados do hospital, antes de seus pais, que a levavam para que fosse enterrada, começarem a notar alguns movimentos.
"Nós a desembrulhamos e sentimos que ela estava se mexendo. Nós não acreditamos no começo. Então ela começou a segurar a mão da minha mãe, e então vimos ela abrir a boca", disse Faiza Magdoub, de 26 anos, mãe do bebê.
O bebê havia sido considerado morto algumas horas antes, depois que médicos do hospital Western Galilee, norte de Israel, foram obrigados a abortar a gravidez para conter uma hemorragia interna na mãe. Magdoub estava na vigésima terceira semana de gravidez.
"Não sabemos como explicar isso, então quando não sabemos como explicar as coisas na medicina, chamamos de milagre, e isso é provavelmente o que aconteceu", disse o vice-diretor do hospital Moshe Daniel.
O bebê foi então levado à unidade de tratamento intensivo neonatal do hospital, mas os médicos não tinham certeza de quanto tempo ela irá sobreviver.
Motti Ravid, um professor de medicina interna, disse ao canal 10 de Israel que a baixa temperatura dentro do refrigerador diminuiu o metabolismo do bebê e provavelmente ajudou-a a sobreviver.

Lula sanciona projeto que obriga ensino de música nas escolas

Conceitos musicais terão de ser ministrados em aulas de artes.Presidente vetou artigo que obrigava qualificação específica para professores.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (18) um projeto que torna obrigatório o ensino de música nos ensinos fundamental e médio. Lula vetou um artigo que obrigava qualificação específica para os professores.
A obrigatoriedade do ensino foi aprovada pela Câmara no final de junho. Os conceitos musicais serão ensinados nas aulas de artes. A proposta é de autoria da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA).
De acordo com o projeto, as escolas têm prazo de três anos para se adaptarem e passar a ofertar o conteúdo dentro da disciplina de artes

Vara de Fabiana Murer, enfim, é achada

Equipamento estava junto a outras varas de atletas já eliminadas
Desvendado o mistério. A vara da saltadora brasileira Fabiana Murer, que desapareceu da pista do Ninho de Pássaro após ela saltar a primeira marca (de 4,45m), foi encontrada com outras varas de atletas que haviam sido eliminadas anteriormente. As informações são do SporTV.

Entenda a confusão:
A confusão começou após Fabiana dar o seu primeiro salto. Quando se preparava para entrar em ação pela segunda vez, deu falta de parte de seu equipamento. Depois, Murer discutiu com cinco árbitros e pediu a paralisação da prova. Ela chegou inclusive a ficar na frente da chinesa Gao Shuying, impedindo-a de saltar.
A competição foi paralisada por alguns minutos, e Fabiana Murer aproveitou para procurar a vara nos tubos de outras atletas. Não encontrou, nem a organização deu explicações para o sumiço da ferramenta.

Após falar com o seu técnico, que estava na arquibancada, Fabiana cogitou continuar assim mesmo, mas acabou abrindo mão de saltar os 4,55m e decidiu ir direto para 4,65m. Ainda abalada, Murer acabou derrubando o sarrafo nas três tentativas.

 
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