terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Melhor atleta do salto com vara da Alemanha faz cirurgia e muda de sexo


Melhor atleta do salto com vara da Alemanha faz cirurgia e muda de sexoYvonne Buschbaum passa a se chamar Balian e comemora sua 'liberdade'

Balian, ex-Yvonne: por mudança de sexo, ex-atleta da Alemanha abandona o esporte Yvonne Buschbaum, melhor esportista do salto com vara da história da Alemanha, agora se chama Balian. Com resultados que a levaram ao quarto lugar do ranking mundial em 2003, a ex-atleta largou o esporte e fez um longo tratamento para mudar de sexo.
Balian anunciou no final de 2007 que se sentia “um homem no corpo de uma mulher” e, por isso, largaria o atletismo para tomar hormônios e fazer uma cirurgia para ganhar órgãos sexuais masculinos.
A operação foi realizada este mês em Postdam, na Alemanha, e a ex-saltadora, que ainda está no hospital, se mostrou realizada em seu site na internet.
- Hoje acordeu em completa liberdade; o céu está aberto – comemora Balian, que decidiu não conceder entrevistas.
Após a mudança, ex-atleta, que também pensou em se chamar Ivan em sua nova vida, não pode mais participar de competições oficiais, pois seria flagrada no exame antidoping por uso de testosterona.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Lesão no tornozelo ameaça participação de Marílson na São Silvestre


Duas vezes campeão da São Silvestre e da Maratona de Nova York, Marílson Gomes dos Santos está com sua participação ameaçada na edição deste ano da São Silvestre. O atleta sentiu uma lesão no tornozelo esquerdo na última semana e pode ficar fora da prova paulistana.
O fundista se queixou de dores no local, quando intensificava os treinamentos para o evento em 31 de dezembro. Marílson explicou que sentia um incômodo no tornozelo antes da Maratona de Nova York, vencida por ele em 2 de novembro, mas acreditava que não seria algo grave.

Duas vezes campeão da São Silvestre e da Maratona de Nova York, Marílson Gomes dos Santos está com sua participação ameaçada na edição deste ano da São Silvestre. O atleta sentiu uma lesão no tornozelo esquerdo na última semana e pode ficar fora da prova paulistana.
O fundista se queixou de dores no local, quando intensificava os treinamentos para o evento em 31 de dezembro. Marílson explicou que sentia um incômodo no tornozelo antes da Maratona de Nova York, vencida por ele em 2 de novembro, mas acreditava que não seria algo grave.
MARÍLSON É DÚVIDA Marílson não compete desde Maratona de Nova York, quando conquistou o título Depois disso, ele abriu pregões da Bolsa em Nova York e São Paulo, e viajou à Disney RELEMBRE A CONQUISTA EM NY MAS ATLETA FOI MAL EM PEQUIM Porém, quando retomou os treinos fortes, o atleta voltou a sentir a lesão. "Por causa disso, tivemos de reduzir os treinos e ele não foi para a pista nesse final de semana. É uma lesão que preocupa", destacou o técnico de Marílson, Adauto Domingues.
O treinador explicou que o brasiliense deve ser submetido a novos testes no final desta semana para saber se poderá competir em 31 de dezembro. "Ele já está inscrito, mas se não treinar nesta semana, é claro que ele não competirá. Não vamos sacrificar a próxima temporada", disse.
Marílson venceu a São Silvestre em 2003 e 2005, e já havia admitido que a participação na prova deste ano poderia não acontecer, em virtude de seu cansaço e pela série de compromissos que teve de enfrentar após ganhar a Maratona de Nova York.
Após o êxito nos EUA, o atleta deixou claro que considerava 2008 um "ano bom" graças ao bi em Nova York. Marílson reconheceu também que o triunfo serviu para amenizar a frustração com a performance nas Olimpíadas de Pequim, quando abandonou a prova da maratona.
Neste ano, ele pode se tornar o primeiro brasileiro a vencer por três vezes a São Silvestre desde que a prova passou a ser internacional em 1945. Sebastião Moreira triunfou em 1945 e 1946, e José João da Silva foi o primeiro colocado em 1980 e 1985.

Série que valeu ouro em Madri gera briga entre Diego e treinador


Foi com o salto que leva seu nome que Diego Hypólito conquistou a medalha de ouro na Superfinal da Copa do Mundo de ginástica, no último sábado. Porém, o movimento que abriu a série do brasileiro em Madri, chegou a ser motivo de briga entre o ginasta e seu técnico, Renato Araújo. O treinador quase abriu mão de acompanhar Diego na competição que encerrou a temporada.

Pouco antes da viagem para a Espanha, Renato e Diego divergiram sobre a série que seria utilizada na Superfinal. Diego queria, passada a perda da medalha nos Jogos de Pequim, apresentar um novo salto para aumentar o grau de dificuldade de sua exibição. Renato, porém, vetou o movimento e instaurou uma crise com seu comandado.
"Ficamos um dia sem conversar. Não ia viajar para a Espanha e comuniquei a Eliane Martins [supervisora da Confederação Brasileira de Ginástica] da minha decisão. Eu, como técnico, vi que [a série] não estava pronta. Esta é a minha função. Duas cabeças pensam melhor que uma e a decisão final tem de ser minha. Senão, perco autoridade", disse Renato em entrevista exclusiva ao UOL Esporte.
Segundo apurou a reportagem, Diego não queria utilizar o "Hypólito" para a abrir sua apresentação em Madri. A intenção do ginasta é lançar mão de um movimento que consistia em um primeiro mortal de 360 graus de costas aliado a um salto de 180º. Após tocar o solo, Diego ainda emendaria mais dois mortais de 360º e um de 180º. O resto da exibição seria idêntico ao de Pequim.
Depois de ameaçar não acompanhar Diego, Renato venceu a queda de braço. "Coversamos com calma e achamos melhor apresentar em Madri o que fizemos nas Olimpíadas, porque a prova que utilizei no segundo semestre estava muito crua, com falhas e precisava ser repensada", admitiu o ginasta.
Com uma apresentação quase sem erros, Diego conquistou o tricampeonato da Superfinal ao receber nota 16.125. Ficou bem à frente do medalhista de prata Kohei Uchimura, do Japão, que obteve 15.900. "Cheguei para ele após a conquista e disse: 'esta é a tua série!'. Ele concordou", finalizou Renato Araújo.
Porém, para o Mundial de 2009, em Londres, Diego pensa em descartar de vez o "Hypólito". O ginasta vai tirar um mês de férias e, depois disso, pretende trabalhar uma nova série. "Teremos que mudar muitas coisas por causa do novo código de pontuação", contou o ginasta.
Já Renato ainda considera a possibilidade de manter o salto que abriu a apresentação em Madri. "Montar a série é como um jogo de xadrez. E, para minha sorte, o Diego tem um leque muito grande de elementos. Se o 'Hypólito' continuar, a nota de partida poderá chegar em 16.90, a maior que já tivemos", disse Araújo.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Nesta sexta, Honda vai informar saída da F-1


Um anúncio bombástico é esperado para esta sexta-feira (5) no Japão. A Honda vai informar o fim de suas operações na F-1, como resultado imediato de dois fatores que aparentemente não têm relação direta, mas acabam funcionando como justificativa diante de seus acionistas: 1) os péssimos resultados nos últimos dois anos na categoria, com ridículos 20 pontos somados apesar dos cerca de US$ 400 milhões gastos por temporada; 2) a crise financeira mundial, que resultou numa forte retração nas vendas da montadora, especialmente no recessivo mercado americano, com queda de 32% nas vendas.
O Grande Prêmio soube que a Honda chamou todos os seus funcionários para participarem de uma reunião às 18h (horário inglês), em que foram comunicados dos planos de deserção da montadora. O anúncio deve acontecer às 13h30 de sexta (0h30 de Brasília).
A equipe de F-1, sucessora da BAR, sediada em Brackley, na Inglaterra, não vai necessariamente fechar as portas. Mas, como revelou o site "Grandprix.com" nesta quinta, já há uma frenética atividade no departamento pessoal do time, com muitos de seus funcionários disparando e-mails para outras equipes oferecendo seus préstimos profissionais. Para continuar existindo, a ex-BAR teria de sair atrás de patrocínios para pagar os custos da operação. Ou de um comprador. Nas últimas duas temporadas, a Honda não teve patrocinadores. Correu fazendo campanha ecológica.
A situação do time é parecida com a de Cuba quando da dissolução da URSS. A torneira que despejava milhões de rublos na ilha fechou repentinamente e a pequena nação caribenha teve de se virar com o que tinha em mãos. É mais ou menos esse o clima na fábrica de Brackley. De um dia para o outro, a equipe que hoje se chama Honda e é oficialmente sustentada pela matriz japonesa pode passar a ser membro do cada vez mais enxuto grupo das "independentes" — que hoje, na prática, só tem a Williams. Se continuar na ativa, a "nova Honda" não vai usar os motores japoneses.
O anúncio da Honda afeta diretamente dois pilotos brasileiros, que estavam escalados para os testes de Jerez de la Frontera na semana que vem: Bruno Senna e Rubens Barrichello. O recordista de GPs disputados, que teria sua última chance de permanecer na F-1 a partir dos resultados desses treinos, já teria sido avisado pelo time de que sua participação na sessão coletiva foi cancelada. Bruno espera o desenrolar dos acontecimentos, mas por via das dúvidas já reativou seus contatos com a Toro Rosso.
Também no Brasil, a Petrobras, que assinou com a Honda como fornecedora de combustível e patrocinadora para 2009, espera pelo anúncio da montadora para saber que rumo tomar. Caso o desfecho seja o esperado, o fim das operações oficiais da montadora na categoria, o contrato deve ser rescindido.
A F-1 tem hoje apenas dez equipes disputando o Mundial. Começou a temporada com 11, mas antes do GP da Turquia a Super Aguri, que até 2007 era integralmente financiada pela Honda, fechou as portas e teve todos seus equipamentos vendidos, inclusive através de prosaicos leilões no eBay. Se a Honda fechar de vez, serão nove times, 18 carros, no grid do GP da Austrália que abre a temporada do ano que vem.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Estudioso acredita que recorde dos 100 m rasos pode chegar a 9s48


O mundo todo ficou impressionado quando, com folga, o jamaicano Usain Bolt venceu a final olímpica dos 100 m rasos e cravou o recorde mundial da distância, com 9s69. Mas, segundo um estudioso norte-americano, a marca da prova mais tradicional do atletismo pode cair ainda mais, chegando a 9s48.
Bolt cruzou a linha de chegada e bateu o recorde com folga. Limite ainda está longe Além da velocidade, Bolt ficou conhecido pelo carisma durante os Jogos de Pequim

Logo depois do feito de Bolt em Pequim, o professor de biologia Mark Denny, da Universidade de Stanford, propôs-se a estimar qual o limite do ser humano. Depois de pesquisas e análises, concluiu que entre os homens é possível baixas em 21 centésimos a marca feita pelo jamaicano.
"Meus resultados mostram que a velocidade tem limites. Mas não é possível saber o que conta para eles serem atingidos", afirmou Denny, que publicou seus estudos na revista Journal of Experimental Biology .
Para chegar às suas conclusões o biólogo usou material datado do século 19. E não se baseou apenas em humanos. Ele estudou corridas de homens, cavalos e cachorros. O que o impressionou é que os animais atingiram um limite, enquanto os homens ainda estão em evolução para chegar a isso.
"Em cada caso, é possível definir um limite de velocidade absoluto. E o recorde atual (de Bolt) se aproxima do que se pode prever como um máximo", disse o professor, de 57 anos. Segundo ele, é impossível prever quais as limitações que ainda deixam o homem deste suposto limite. Mas, diz no estudo, as restrições durante as provas são tanto por fatores físicos quanto por psicológicos.
Para Bolt, ficou claro que o tempo poderia ser mais próximo das marcas estudadas por Denny. Antes do fim dos 100 m rasos, o velocista chegou a bater no peito e comemorar. Segundo outro estudioso, o físico Hans Eriksen, o jamaicano poderia ter cravado 9s55 na final olímpica.
Ele ainda afirma que nos 200 m o menor tempo seria de 18s63, contra os 19s30 feitos por Bolt na China. Já a maratona nunca baixaria de duas horas. Para ele, o limite seria 2h00min47s, frente aos atuais 2min03s59 do etíope Haile Gebrselassie.
Mais recordesEntre as mulheres, o tempo mínimo nos 100 m rasos pode chegar a 10s39, segundo a estimativa de Mark Denny. Portanto, a distância na categoria feminina de seu limite estaria mais próxima de ser atingida, já que o atual recorde mundial é de Florence Griffith-Joyner, dos Estados Unidos, com 10s49 (1988), apenas um décimo mais lenta.
No entanto, Denny usou o tempo de 10s61, feito pela corredora em outra prova, já que Florence teve uma pequena ajuda do vento para atingir o tempo do recorde. O professor explicou que os tempos mais velozes para as mulheres são sempre "de 9,3% a 13,4% mais lentos do que os dos homens."

Queniano de 28 anos morre durante corrida de rua em Goiânia

Um atleta queniano morreu no domingo, enquanto disputava uma corrida de rua em Goiânia. Barnabas Kipkoech, de 28 anos, competia na Corrida dos Carteiros quando sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu ao tratamento, segundo noticiou o jornal O Popular.
O fundista morava a apenas três meses no Brasil, e passou mal ainda durante o percurso. Ele foi socorrido pelos médicos que acompanhavam o evento e levado ao Hospital de Urgências de Goiânia. No entanto, não resistiu.
Segundo o jornal local, o corpo de Kipkoech foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Goiânia para que fossem feitos os procedimentos legais para seu translado. O corpo deve ser encaminhado para Brasília, cidade na qual o atleta vivia no Brasil, ou para o Quênia.

 
© 2007 Template feito por Templates para Você