Autoridades e habitantes de Havana se preparam para serem atingidos nesta terça-feira pelo furacão Ike, que chegou no domingo ao leste de Cuba e nesta segunda-feira avança pela costa sul da ilha com ventos máximos sustentados de 160 km/h e seqüências de até 261 km/h.
Como um furacão de categoria 2 da escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5, o Ike é capaz de ocasionar danos de médio porte, conseguindo arrancar telhados, portas e janelas. Árvores podem ser arrancadas e embarcações pequenas que estiverem ancoradas em áreas na rota do furacão também podem sofrer danos.
Teve início hoje a remoção dos havaneses que residem em zonas baixas, perto do litoral e em milhares de casas em mau estado que poderiam ser derrubadas, indicaram fontes oficiais.
A Defesa Civil ampliou hoje a todo o oeste de Cuba, incluindo a capital, a fase de "alarme de ciclone" que já vigorava no resto do país.
Vários canais de televisão estaduais anunciaram que suspenderão as emissões nesta tarde, já que as torres retransmissoras serão desmontadas para evitar que sejam derrubadas pelo ciclone, como ocorreu em outras partes do país.
As autoridades pediram aos habitantes de bairros com risco de inundações, por penetrações do mar ou pelas intensas chuvas, que vão para casas de parentes e amigos em áreas mais seguras.
Muita gente se desloca com seus eletrodomésticos, colchões, roupa, água e alimentos, enquanto persistem as longas filas em frente a lojas, postos de gasolina e supermercados que se repetem desde sábado.
As aglomerações são vistas em todo tipo de estabelecimentos de serviços, de bancos a padarias, e operários e seguranças particulares protegem armazéns, fábricas, escolas, universidades, centros de pesquisa, fontes de água e outras instalações.
Segundo as autoridades, mais de 1.700 grupos eletrônicos estão prontos para enfrentar os cortes de energia.
"A proteção de mais de 6.700 turistas hospedados fundamentalmente em hotéis do litoral é outra das prioridades das autoridades da capital cubana", informou a imprensa oficial.
De acordo com a trajetória prevista, o furacão pode afetar a Flórida ao seguir para o golfo do México --onde os EUA produzem mais de 26% de seu petróleo-- e a Louisiana.
Como um furacão de categoria 2 da escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5, o Ike é capaz de ocasionar danos de médio porte, conseguindo arrancar telhados, portas e janelas. Árvores podem ser arrancadas e embarcações pequenas que estiverem ancoradas em áreas na rota do furacão também podem sofrer danos.
Teve início hoje a remoção dos havaneses que residem em zonas baixas, perto do litoral e em milhares de casas em mau estado que poderiam ser derrubadas, indicaram fontes oficiais.
A Defesa Civil ampliou hoje a todo o oeste de Cuba, incluindo a capital, a fase de "alarme de ciclone" que já vigorava no resto do país.
Vários canais de televisão estaduais anunciaram que suspenderão as emissões nesta tarde, já que as torres retransmissoras serão desmontadas para evitar que sejam derrubadas pelo ciclone, como ocorreu em outras partes do país.
As autoridades pediram aos habitantes de bairros com risco de inundações, por penetrações do mar ou pelas intensas chuvas, que vão para casas de parentes e amigos em áreas mais seguras.
Muita gente se desloca com seus eletrodomésticos, colchões, roupa, água e alimentos, enquanto persistem as longas filas em frente a lojas, postos de gasolina e supermercados que se repetem desde sábado.
As aglomerações são vistas em todo tipo de estabelecimentos de serviços, de bancos a padarias, e operários e seguranças particulares protegem armazéns, fábricas, escolas, universidades, centros de pesquisa, fontes de água e outras instalações.
Segundo as autoridades, mais de 1.700 grupos eletrônicos estão prontos para enfrentar os cortes de energia.
"A proteção de mais de 6.700 turistas hospedados fundamentalmente em hotéis do litoral é outra das prioridades das autoridades da capital cubana", informou a imprensa oficial.
De acordo com a trajetória prevista, o furacão pode afetar a Flórida ao seguir para o golfo do México --onde os EUA produzem mais de 26% de seu petróleo-- e a Louisiana.


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