Acabou o sonho de Jadel Gregório de buscar uma medalha olímpica. Na manhã desta quinta-feira (horário de Brasília), o atleta fez marcas baixas nas seis oportunidades que teve na final do salto triplo dos Jogos de Pequim, no Ninho de Pássaro.
A melhor marca do brasileiro foi de 17,20 metros, atingida no primeiro salto e insuficiente para deixá-lo sequer entre os cinco primeiros da prova. Foi o sexto.
A medalha de ouro da disputa ficou com o português Nelson Evora, que atingiu a sua melhor marca na temporada com 17,67 m.
Completou o pódio da disputa o britânico Phillips Idowu, um dos favoritos, com a marca de 17,62 m. O atleta da Bahamas, Leevan Sands, foi o terceiro com 17,59 m e levou o bronze.
Jadel tinha a melhor marca pessoal entre todos os concorrentes à medalha com os 17,90 m que alcançou na etapa de Belém do Grande Prêmio do Brasil. Entretanto, além dos resultados tímidos em competições internacionais, o brasileiro ainda acumulou problemas durante a preparação para Pequim.
Dias antes de sua estréia, na sexta-feira, o triplista viu o técnico Pedro Henrique de Camargo Toledo deixar Pequim, alegando impossibilidade de continuar a trabalhar com o atleta.
Toledo não é exatamente o treinador de Jadel, que faz sua preparação com o britânico Peter Stanley, mas estava na China para fornecer suporte ao paranaense já que seu verdadeiro treinador estava com a delegação da Grã-Bretanha.
Como o acerto não funcionou, Toledo voltou para São Paulo, e Jadel assumiu a responsabilidade e competir sem um olhar externo para o orientar. No atletismo, os técnicos não ficam ao lado dos atletas na pista ou no campo, mas das arquibancadas podem gritar orientações durante as disputas.
A derrota do atleta mantém o jejum de medalhas do Brasil em um esporte onde já foi potência. A última conquista aconteceu nos Jogos de Moscou 1980, com o bronze de João do Paulo.
Antes, o País já acumulara um biolímpico, em Helsinque 1952 e Melbourne 1956, com Adhemar Ferreira da Silva, e uma prata de Nelson Prudêncio na Cidade do México 1968. Prudêncio e João do Pulo também conquistaram bronze em Munique 1972 e Montreal 1976, respectivamente.
A melhor marca do brasileiro foi de 17,20 metros, atingida no primeiro salto e insuficiente para deixá-lo sequer entre os cinco primeiros da prova. Foi o sexto.
A medalha de ouro da disputa ficou com o português Nelson Evora, que atingiu a sua melhor marca na temporada com 17,67 m.
Completou o pódio da disputa o britânico Phillips Idowu, um dos favoritos, com a marca de 17,62 m. O atleta da Bahamas, Leevan Sands, foi o terceiro com 17,59 m e levou o bronze.
Jadel tinha a melhor marca pessoal entre todos os concorrentes à medalha com os 17,90 m que alcançou na etapa de Belém do Grande Prêmio do Brasil. Entretanto, além dos resultados tímidos em competições internacionais, o brasileiro ainda acumulou problemas durante a preparação para Pequim.
Dias antes de sua estréia, na sexta-feira, o triplista viu o técnico Pedro Henrique de Camargo Toledo deixar Pequim, alegando impossibilidade de continuar a trabalhar com o atleta.
Toledo não é exatamente o treinador de Jadel, que faz sua preparação com o britânico Peter Stanley, mas estava na China para fornecer suporte ao paranaense já que seu verdadeiro treinador estava com a delegação da Grã-Bretanha.
Como o acerto não funcionou, Toledo voltou para São Paulo, e Jadel assumiu a responsabilidade e competir sem um olhar externo para o orientar. No atletismo, os técnicos não ficam ao lado dos atletas na pista ou no campo, mas das arquibancadas podem gritar orientações durante as disputas.
A derrota do atleta mantém o jejum de medalhas do Brasil em um esporte onde já foi potência. A última conquista aconteceu nos Jogos de Moscou 1980, com o bronze de João do Paulo.
Antes, o País já acumulara um biolímpico, em Helsinque 1952 e Melbourne 1956, com Adhemar Ferreira da Silva, e uma prata de Nelson Prudêncio na Cidade do México 1968. Prudêncio e João do Pulo também conquistaram bronze em Munique 1972 e Montreal 1976, respectivamente.


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