Ela estava a poucos metros de distância, mas a concentração era tanta que Yelena Isinbayeva não percebeu o drama vivido pela brasileira Fabiana Murer na prova do salto com vara em Pequim. Uma das grandes estrelas do atletismo mundial, Isinbayeva confirmou o favoritismo e ficou com a medalha de ouro. De quebra, cravou o recorde mundial com 5,05m.
Já Fabiana, uma das esperanças de medalha para o Brasil, viveu um dia de terror. Uma de suas varas não estava no tubo, justamente a que ela usaria para o salto de 4,55m, o segundo da prova. Após muita confusão e a vara sumida, Fabiana arriscou e foi para 4,65m com outra vara. Errou as três tentativas e foi eliminada.
"Honestamente não esperava, achei que ela pudesse ter pulado mais alto", disse Isinbayeva, quando questionada pelo Terra sobre o desempenho da amiga brasileira. Quando a reportagem contou sobre o sumiço da vara de Fabiana, a russa fez uma cara "Eu não sabia! Mas desde o começo ela parecia estar procurando algo, é que eu não falo com as minhas rivais durante a competição. Se ela precisasse de algo, alguma vara, poderia ter pedido. Não esperava esse resultado", acrescentou.
Isinbayeva ainda cometeu um ato falho falando sobre Fabiana. "Eu queria que ela tivesse ganhado our... quer dizer, uma medalha. Talvez em Londres", concluiu, sorridente.
Outra que disse estar sentida pela brasileira foi a norte-americana Jennifer Stuczynski, que acabou com a medalha de prata. "Fiquei triste por ela. Deu para ver o desespero dela e o nervosismo na hora dos saltos", comentou. O bronze foi para a russa Svetlana Feofanova.
Após a maratona de fotos ao lado do placar eletrônico que mostrava a nova marca mundial, a campeã Isinbayeva passou por outra maratona, de entrevistas. Falou ao vivo para TVs de diversos países, sempre com uma mascote olímpica de pelúcia em mãos.
Na zona mista, onde TVs dos cinco continentes se engalfinham por espaço, poucas perguntas foram feitas para ela. A maioria de "repórteres" apenas pedia para que a musa mandasse beijos e abraços para os países de origem. Foram "muchas gracias" para a Argentina e uma saudação para marroquinos. "Se vocês fizerem alguma competição eu apareço. Ou então, quem sabe, passar férias!", prometeu.
Sobre a prova, ela cravou. "Não foi fácil, mas também não foi muito difícil. Me sinto muito feliz, foi muito legal hoje. Desde a Olimpíada de Atenas que eu queria ganhar de novo e com o recorde. Porque sem o recorde parece um resultado 'simplesinho'. Com o recorde é diferente", afirmou.
"Vou tentar quebrar o recorde sempre que competir, tenho cinco competições mais e vou fazer o meu melhor", prometeu, sempre com o sorriso da vitória no rosto.
Já Fabiana, uma das esperanças de medalha para o Brasil, viveu um dia de terror. Uma de suas varas não estava no tubo, justamente a que ela usaria para o salto de 4,55m, o segundo da prova. Após muita confusão e a vara sumida, Fabiana arriscou e foi para 4,65m com outra vara. Errou as três tentativas e foi eliminada.
"Honestamente não esperava, achei que ela pudesse ter pulado mais alto", disse Isinbayeva, quando questionada pelo Terra sobre o desempenho da amiga brasileira. Quando a reportagem contou sobre o sumiço da vara de Fabiana, a russa fez uma cara "Eu não sabia! Mas desde o começo ela parecia estar procurando algo, é que eu não falo com as minhas rivais durante a competição. Se ela precisasse de algo, alguma vara, poderia ter pedido. Não esperava esse resultado", acrescentou.
Isinbayeva ainda cometeu um ato falho falando sobre Fabiana. "Eu queria que ela tivesse ganhado our... quer dizer, uma medalha. Talvez em Londres", concluiu, sorridente.
Outra que disse estar sentida pela brasileira foi a norte-americana Jennifer Stuczynski, que acabou com a medalha de prata. "Fiquei triste por ela. Deu para ver o desespero dela e o nervosismo na hora dos saltos", comentou. O bronze foi para a russa Svetlana Feofanova.
Após a maratona de fotos ao lado do placar eletrônico que mostrava a nova marca mundial, a campeã Isinbayeva passou por outra maratona, de entrevistas. Falou ao vivo para TVs de diversos países, sempre com uma mascote olímpica de pelúcia em mãos.
Na zona mista, onde TVs dos cinco continentes se engalfinham por espaço, poucas perguntas foram feitas para ela. A maioria de "repórteres" apenas pedia para que a musa mandasse beijos e abraços para os países de origem. Foram "muchas gracias" para a Argentina e uma saudação para marroquinos. "Se vocês fizerem alguma competição eu apareço. Ou então, quem sabe, passar férias!", prometeu.
Sobre a prova, ela cravou. "Não foi fácil, mas também não foi muito difícil. Me sinto muito feliz, foi muito legal hoje. Desde a Olimpíada de Atenas que eu queria ganhar de novo e com o recorde. Porque sem o recorde parece um resultado 'simplesinho'. Com o recorde é diferente", afirmou.
"Vou tentar quebrar o recorde sempre que competir, tenho cinco competições mais e vou fazer o meu melhor", prometeu, sempre com o sorriso da vitória no rosto.


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