Atleta ucraniana perderá a medalha e corre o risco de ser excluída definitivamente do esporte, por já ter sido suspensa
AFP
A ucraniana Lyudmila Blonska, medalha de prata no heptatlo dos Jogos Olímpicos de Pequim, foi flagrada no exame antidoping por um esteróide anabolizante, confirmou nesta quarta-feira o Comitê Olímpico Internacional (COI).
A notícia havia sido divulgada mais cedo pelo site do jornal esportivo francês L'Equipe.
O COI precisou que a comissão executiva deve se reunir nas próximas horas para decidir sobre a desclassificação de Blonska, sua exclusão dos Jogos e a redistribuição da medalha, sem esperar pela contraprova.
A americana Hyleas Foutain e a russa Tatiana Chernova, terceira e quarta, deverão ser beneficiadas com a decisão.
A ciclista espanhola María Isabel Moreno (EPO), o atirador norte-coreano Kim-Jong-Su (beta bloqueador) e a ginasta vietnamita Do Thi Ngan Thuong (diurético) foram flagrados nos exames antidoping realizados na Olimpíada.
A atleta grega Fani Halkia, campeã olímpica dos 400 m com barreiras em Atenas-2004, não passou satisfatoriamente em um exame realizado antes do início dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Todos estes atletas foram afastados dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Blonska já fora suspensa por dois anos por ter sido flgrada em um exame antidoping com a mesma substância em 2003, e agora corre o risco de ser excluída definitivamente pela reincidência.
No ano passado, a britânica Kelly Sotherton, bronze no Mundial, jogara um manto de dúvidas sobre a ucraniana, que a superou em Osaka e ficou com a medalha de prata.
"Creio que puderam ver a reação dos outros atletas. Não apoiamos os fraudadores", disse a inglesa.
Depois de ter cumprido a suspensão, a ucraniana ganhou a prova de pentatlo do Mundial indoor de 2006. Nesta terça-feira, Blonska se classificou para a final de salto em distância, com o terceiro melhor salto da competição (6,76m).
AFP
A ucraniana Lyudmila Blonska, medalha de prata no heptatlo dos Jogos Olímpicos de Pequim, foi flagrada no exame antidoping por um esteróide anabolizante, confirmou nesta quarta-feira o Comitê Olímpico Internacional (COI).
A notícia havia sido divulgada mais cedo pelo site do jornal esportivo francês L'Equipe.
O COI precisou que a comissão executiva deve se reunir nas próximas horas para decidir sobre a desclassificação de Blonska, sua exclusão dos Jogos e a redistribuição da medalha, sem esperar pela contraprova.
A americana Hyleas Foutain e a russa Tatiana Chernova, terceira e quarta, deverão ser beneficiadas com a decisão.
A ciclista espanhola María Isabel Moreno (EPO), o atirador norte-coreano Kim-Jong-Su (beta bloqueador) e a ginasta vietnamita Do Thi Ngan Thuong (diurético) foram flagrados nos exames antidoping realizados na Olimpíada.
A atleta grega Fani Halkia, campeã olímpica dos 400 m com barreiras em Atenas-2004, não passou satisfatoriamente em um exame realizado antes do início dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Todos estes atletas foram afastados dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Blonska já fora suspensa por dois anos por ter sido flgrada em um exame antidoping com a mesma substância em 2003, e agora corre o risco de ser excluída definitivamente pela reincidência.
No ano passado, a britânica Kelly Sotherton, bronze no Mundial, jogara um manto de dúvidas sobre a ucraniana, que a superou em Osaka e ficou com a medalha de prata.
"Creio que puderam ver a reação dos outros atletas. Não apoiamos os fraudadores", disse a inglesa.
Depois de ter cumprido a suspensão, a ucraniana ganhou a prova de pentatlo do Mundial indoor de 2006. Nesta terça-feira, Blonska se classificou para a final de salto em distância, com o terceiro melhor salto da competição (6,76m).


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