Fernando Gago e Ever Banega estão sendo investigados por falsificação de documentos para ter cidadania italiana
Os jogadores Fernando Gago e Ever Banega, que conquistaram a medalha de ouro no futebol masculino pela Argentina em Pequim, podem estar envolvidos em uma fraude para obter a cidadania italiana, informou hoje a imprensa argentina.
O juiz Norberto Oyarbide tem em seu poder documentação relacionada com a situação de "mais de 80 jogadores" que realizaram os trâmites para obter a cidadania italiana, segundo o jornal "La Nación", que cita os nomes de Gago, que defende o Real Madrid, e Banega, atualmente no Valencia.
O jornal indica que Oyarbide investiga a documentação de mais de 150 jogadores, e a Justiça argentina já confiscou documentos em clubes como Boca Juniors, River Plate, Independiente e San Lorenzo, na Associação do Futebol Argentino (AFA), e na casa de jogadores e de seus representantes.
Além de Gago e Banega, estão sendo investigados jogadores da seleção principal da Argentina como Juan Pablo Carrizo (Lazio), Martín Demichelis (Bayern de Munique) e Maxi Rodríguez (Atlético de Madri).
O cônsul geral da Itália na Argentina, Giancarlo Curcio, disse nas últimas horas que espera "os resultados da Justiça" para a investigação do caso.
A suposta fraude, denunciada pelo Consulado da Itália na Argentina, geraria cerca de 30 milhões de pesos (US$ 9,8 milhões) com a venda de documentos, segundo fontes judiciais citadas pela imprensa local.
Se forem considerados culpados, os envolvidos poderiam ser condenados a uma pena de um a seis anos de prisão por "falsificação de documento público" e de três a dez anos por "formação de quadrilha".
Os jogadores Fernando Gago e Ever Banega, que conquistaram a medalha de ouro no futebol masculino pela Argentina em Pequim, podem estar envolvidos em uma fraude para obter a cidadania italiana, informou hoje a imprensa argentina.
O juiz Norberto Oyarbide tem em seu poder documentação relacionada com a situação de "mais de 80 jogadores" que realizaram os trâmites para obter a cidadania italiana, segundo o jornal "La Nación", que cita os nomes de Gago, que defende o Real Madrid, e Banega, atualmente no Valencia.
O jornal indica que Oyarbide investiga a documentação de mais de 150 jogadores, e a Justiça argentina já confiscou documentos em clubes como Boca Juniors, River Plate, Independiente e San Lorenzo, na Associação do Futebol Argentino (AFA), e na casa de jogadores e de seus representantes.
Além de Gago e Banega, estão sendo investigados jogadores da seleção principal da Argentina como Juan Pablo Carrizo (Lazio), Martín Demichelis (Bayern de Munique) e Maxi Rodríguez (Atlético de Madri).
O cônsul geral da Itália na Argentina, Giancarlo Curcio, disse nas últimas horas que espera "os resultados da Justiça" para a investigação do caso.
A suposta fraude, denunciada pelo Consulado da Itália na Argentina, geraria cerca de 30 milhões de pesos (US$ 9,8 milhões) com a venda de documentos, segundo fontes judiciais citadas pela imprensa local.
Se forem considerados culpados, os envolvidos poderiam ser condenados a uma pena de um a seis anos de prisão por "falsificação de documento público" e de três a dez anos por "formação de quadrilha".

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