O técnico russo Victor Choguin revelou nesta terça-feira que três dos seus atletas foram pegos em exame antidoping: Vladímir Kanaikin e Víctor Buráyev, que defenderiam o país na marcha atlética dos Jogos Olímpicos, e Aleksei Voyevodin que não competiria em Pequim.
Os testes foram feitos em abril, fora de competições, em Sarank, na Rússia. As análises, feitas por um laboratório francês, acusaram a presença de EPO (eritropoietina) no sangue dos atletas. A substância estimula a produção de glóbulos vermelhos, favorecendo a oxigenação sangüínea.
Kanaikin, de 23 anos, tem a segunda melhor marca do mundo na temporada e era um dos favoritos na distância de 20 km em Pequim. Já Voyevodin foi bronze na prova de 50 km em Atenas-2004. Choguin afirmou que acredita na inocência deles e que ainda não teve acesso aos resultados dos exames.
Em poucos dias, essa é a segunda vez que a delegação russa se vê envolvida em um caso de doping entre seus atletas. Na última quinta-feira, o presidente da federação local, Valentin Balajnichev havia informado a suspensão de sete atletas russas por suposta falsificação de testes antidoping.
Os testes de Yelena Soboleva, Darya Pischálnikova, Gulfiya Khanaféyeva, Tatiana Tomashova, Yulia Fomenko, Svetlana Cherkásova e Olga Yegórova apresentavam DNA diferente do das atletas.
"Vamos escutar as explicações da federação russa e investigar mais sobre o assunto nas próximas semanas", disse o porta-voz da Iaaf (Federação Internacional de Atletismo) para questões médicas e de doping, Chris Butler.
O diretor de inspeção antidoping do COR (Comitê Olímpico da Rússia), Nikolái Durmánov, denunciou na semana passada que a Rússia é o único país do mundo onde se pode comprar EPO em farmácias.
Os testes foram feitos em abril, fora de competições, em Sarank, na Rússia. As análises, feitas por um laboratório francês, acusaram a presença de EPO (eritropoietina) no sangue dos atletas. A substância estimula a produção de glóbulos vermelhos, favorecendo a oxigenação sangüínea.
Kanaikin, de 23 anos, tem a segunda melhor marca do mundo na temporada e era um dos favoritos na distância de 20 km em Pequim. Já Voyevodin foi bronze na prova de 50 km em Atenas-2004. Choguin afirmou que acredita na inocência deles e que ainda não teve acesso aos resultados dos exames.
Em poucos dias, essa é a segunda vez que a delegação russa se vê envolvida em um caso de doping entre seus atletas. Na última quinta-feira, o presidente da federação local, Valentin Balajnichev havia informado a suspensão de sete atletas russas por suposta falsificação de testes antidoping.
Os testes de Yelena Soboleva, Darya Pischálnikova, Gulfiya Khanaféyeva, Tatiana Tomashova, Yulia Fomenko, Svetlana Cherkásova e Olga Yegórova apresentavam DNA diferente do das atletas.
"Vamos escutar as explicações da federação russa e investigar mais sobre o assunto nas próximas semanas", disse o porta-voz da Iaaf (Federação Internacional de Atletismo) para questões médicas e de doping, Chris Butler.
O diretor de inspeção antidoping do COR (Comitê Olímpico da Rússia), Nikolái Durmánov, denunciou na semana passada que a Rússia é o único país do mundo onde se pode comprar EPO em farmácias.

1 comentários:
Devemos em pensar, em dois jogos olimpicos, só para limpos e dopados.
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